deixar a mente envolver-se em devaneios, sentir aquela calma e paz tão almejada.
Chove ha três dias na capital paraibana, onde estou.
Da janela, vizualizo o mar, a linha do horizonte, divisória entre o céu e as águas. Um dia de calmaria, em que se busca o aconchego do lar, deixando que a sensação de relax invada a alma.
Duas noites chuvosas, não impediu que os foliões desfilassem na Avenida , acompanhando os trios elétricos, na pre-abertura do Carnaval de 2026.
Dia em que os brasileiros esquecem de tudo e se esbaldam no samba, no forró, nas marchinhas.
Gosto de um dia chuvoso assim, (de vez em quando), com chuva calma, nao com os fortes temporais que tem ocorrido no sul do país . Há seis meses, nao sentia o som do trovão, aqui é muito raro. As mudanças climáticas estão assustadoras, a natureza mostrando sua força.
Nestes momentos de relax, aposentada, sem horários nem patrões, curto a serenidade que a vida me trouxe e agradeço a Deus , por estar presente na vida dos meus três filhos, o mais jovem comigo aqui.
Quando me inspiro, escrevo, registro o que me vai n'alma, exercitando a mente, sentindo e registrando as emoções, ensaiando uns versos.
Do passado, só lembrar dos bons momentos...procurar virar a página dos fatos que deixam marcas.
A vida vai seguindo seu curso , agora com a sensação do dever cumprido.
A maturidade nos traz sabedoria e calma.
( Luiza Menin Manfredi)


