segunda-feira, 27 de março de 2017

Uma página de minha história!

 


Folheando uma pastinha dos anos 90, encontrei essa "reliquia" escrita na época, datilografada nas antigas máquinas de escrever, a página já amarelada pelo tempo . Transcrevo aqui para registrar no face, nosso meio de comunicação diário e fácil.

SERTÃO, MINHA CIDADE.

Surgida das verdes matas
em seu marco os imigrantes,.
raízes aqui plantaram
trabalhando arduamente.
Alicerces aqui deixaram
origem de nossa gente.
Moradias humildes, sem conforto
Infelicidade não existia...
nada impedia sua caminhada.
Habituados às lutas do dia a dia
apostavam no sucesso da jornada.
Criaram seus filhos que formaram Sertão
Idealistas apostavam na vitória.
Deixaram sementes de exemplo e afeição.
Antepassados nossos guardados na memória
dádivas de amor, trabalho e tradição
Marcaram as páginas de nossa história!
Luiza P M Manfredi.

Sertão, out/96.
              

sábado, 18 de março de 2017

Receita para viver melhor


Receita para viver melhor

Mais favores, menos ordens.
Mais parques, menos shoppings.
Mais verde, menos cimento.
Menos contas, mais divertimento.
Menos doenças, mais saúde.
Menos ficar em casa, mais sair pro mundo.
Menos separados, mais ficando juntos.
Menos tédio, mais livros.
Menos términos, mais infinito.
Mais amigos, menos aflitos.
Mais confeitos, menos conflitos.
Mais conversas, menos gritos.
Menos terror, mais viagens.
Menos medo, mais coragem.
Mais festas, menos guerras.
Mais férias, menos miséria.
Mais prazer, menos dor.
Menos ódio, mais amor.
Mais querer viver melhor.

Ricardo Selva


sexta-feira, 17 de março de 2017

Saudade

 

 Trancar o dedo numa porta dói.
Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói.
Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na
quina da mesa,
Dói morder a língua,
Dói cólica,
cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade!
Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta
que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu,
do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo,
que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida
é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele,
do cheiro, dos abraços.
Saudade da presença,
e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala
e ela no quarto,
sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista
e ela para a faculdade,
mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la,
ela o dia sem vê-lo,
mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba,
ou torna-se menor, Ou quando alguém
ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade
que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber!
Não saber mais se ela continua
fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba
por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta
com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem
por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês,
se aprendeu a entrar na Internet
e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar
entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo
com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele
jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.
Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias
que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas
que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas
diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio
que nada preenche.
Saudade é não saber se ele está feliz,
e ao mesmo tempo perguntar
a todos os amigos por isso ...
É não querer saber se ele está mais magro,
se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber
de quem se ama,
e ainda assim doer!
Saudade é isso que senti
enquanto estive escrevendo
e o que você, provavelmente,
está sentindo agora depois
que acabou de ler...
Desconheço Autor ...

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Recebi. Alma de Poeta.

   

                     Luiza,
Quando o tempo está carregado, ele logo se estanca com uma suave brisa....
Balouçando as folhas da plantas, trazendo aragem boa que a natureza nos concede!
Uma mulher especial, tem o astral iluminado, é uma ave que eletriza, como 'Luiza'....
Com o seu canto de amor, ela suplanta toda a dor, tem na bagagem o carinho, a beleza que cede, 'Luiza M Manfedi'.
............PRAZER EM TE CONHECER............. shell