domingo, 15 de outubro de 2017

A força do Professor.( homenagem ao Dia do Professor)


Um guerreiro sem espada
sem faca, foice ou facão
armado só de amor
segurando um giz na mão
o livro é seu escudo
que lhe protege de tudo
que possa lhe causar dor
por isso eu tenho dito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Ah... se um dia governantes
prestassem mais atenção
nos verdadeiros heróis
que constroem a nação
ah... se fizessem justiça
sem corpo mole ou preguiça
lhe dando o real valor
eu daria um grande grito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Porém não sinta vergonha
não se sinta derrotado
se o nosso pais vai mal
você não é o culpado
Nas potências mundiais
são sempre heróis nacionais
e por aqui sem valor
mesmo triste e muito aflito
Tenho fé e acredito
na força do professor.

Um arquiteto de sonhos
Engenheiro do futuro
Um motorista da vida
dirigindo no escuro
Um plantador de esperança
plantando em cada criança
um adulto sonhador
e esse cordel foi escrito
por que ainda acredito
na força do professor.

- Bráulio Bessa.

sábado, 14 de outubro de 2017

Saúde: as doenças e os problemas emocionais.



As pessoas não mais conseguem digerir seus problemas, daí surgem as gastrites; não engolem situações, então vêm os refluxos; andam com medo da vida, lá vem a Síndrome do Pânico. Os problemas as atordoam, abre-se espaço para as labirintites; esquentam a cabeça, dá nas enxaquecas. Os diagnósticos se atualizam, trocam de nome, mas o redemoinho da existência é um só. O homem é um fenômeno de adaptação.

Marcio Leite ( Médico e Escritor)
   

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Recomeçar

Hoje, destaco esse belo poema.

Recomece

Quando a vida bater forte
e sua alma sangrar,
quando esse mundo pesado
lhe ferir, lhe machucar,
é hora do recomeço.
Recome a lutar!
Quando tudo for escuro
e nada iluminar,
quando tudo for incerto
e você só duvidar,
é hora do recomeço.
Recomece a acreditar!
Quando a estrada for longa
e seu corpo fraquejar,
quando não houver caminho
nem um lugar para chegar,
é hora do recomeço.
Recomece a caminhar!
Quando o mau for evidente
e o amor se ocultar,
quando o peito for vazio
e o abraço faltar,
é hora do recomeço.
Recomece a amar!
Quando você cair
e ninguém lhe amparar,
quando a força do que é ruim
conseguir lhe derrubar,
é hora do recomeço.
Recomece a levantar!
E quando a falta de esperança
decidir lhe açoitar,
se tudo que for real
for difícil suportar,
mais uma vez é hora do recomeço.
Recomece a sonhar!
É preciso um final para poder recomeçar,
como é preciso cair para poder se levantar.
Nem sempre engatar a ré
significa voltar,.
Reúna quem lhe quer bem,
reconforte um sofredor,
reanime quem ta triste
e reaprenda na dor.
Recomece , se refaça,
relembre o que foi bom,
reconstrua cada sonho
redescubra algum dom,
reaprenda quando errar,
rebole quando dançar.
Se um dia lá na frente
a vida der uma ré,
recupere a sua fé
e recomece novamente.

     Braulio Bessa
             Poeta

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Som do vento

 

 Ouço o som
do vento batendo
nas tenras flores
do meu jardim.

Imagino o que elas sentem
com o roçar do vento
em suas pétalas delicadas

Ao observar a cena da janela
No anoitecer desta quarta-feira
Sinto o quanto a natureza
é misteriosa e perfeita.

Amanhã, as flores estarão
com as cores mais vivas
embelezando o jardim.
Com o vento leve
que as acariciou....

e a brisa da manhã
que embelezou as pétalas.

             (luizammanfredi)
   Editada e publicada no Recanto das Letras

           04/10/2017
            20 h e 03 min


sábado, 30 de setembro de 2017

Homenagem à todos os idosos

   DIA 01 DE OUTUBRO....
D ata tão importante mas que esquecemos tão facilmente...
I nfelizmente também os idosos nem se lembram do seu dia...
A ceitam ser lembrados que são queridos em qualquer data!!!
D ar amor e carinho aos netos é uma obrigação deles, mas...
O s pais que muitas vezes dependem até mesmo de cada avô...
S ão esquecidos ou se fazem de esquecidos, por conviniência???
V ejo quantos deles são deixados nos asilos e cadê seus netos???
O u seus filhos e filhas que foram criados desde pequenos ... e...
V ão se distanciando pois as esposas nem sempre se dão bem...
O u para a esposa sua mãe é sempre a sogra... e de ogra sempre...
S ão verdadeiramente carentes de amor e muitas vezes de algo mais???
O nde nós filhos aos poucos achamos que no asilo serão felizes...
U m dia com certeza se lembre que um dia também serás avô ou avó???
D eus nos deu com certeza livre arbitrio de dar aos idosos nosso apoio...
O nde a eles não importa o dinheiro, pois geralmente eles tem quase tudo!!!
I nfelizes por não poderem ter sua presença constante devido o trabalho...
D e onde vem os seus parcos rendimentos e de repente tu desempregado...
O nde quem te ajuda é aquele velhinho que ganha a sua aposentadoria...
S endo eles os velhinhos que acabam te ajudando por meses a fio e tu...
O nde consegues um novo emprego nem devolve algo que eles gastaram???
S ou eu o avô de 4 netos, uma de 23, 9 , 3 , 1 aninhos e sou muito feliz!!!
-" Aprendi que não devo depender deles e nem ser babão!!!"
                   Autor:  Poeta Ivo Ogata Takio


           "Feliz quem ainda tem os pais ou avós para curtir"

                                  (luizammanfredi)

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Primavera fria....

    Chegou a Primavera...

     Com chuva e frio aqui no sul.
     A chuva era necessária, já estava faltando água
     para as plantas, flores e daqui uns dias racionamento
     Mas, este frio congelante, não estava previsto.....
     Enfim, vamos achar o lado bom de tudo.
     Excelente para dormir, mas isso, só para os aposentados.
     Quem ainda está na ativa, tem que enfrentar as intempéries.
     Tempo bom para estar ao lado de quem se ama
     a família,  filhos e netos.   O namorado, quem tiver
     Tempo bom para tomar um bom vinho, degustar guloseimas
      e namorar....

                                (luizammanfredi)



sábado, 16 de setembro de 2017

A Lenda da “Orquídea Luizinha”.


A Lenda da “Orquídea Luizinha”.

Em uma cidade chinesa existia uma jovem chamada *Hoan Lan*, que divertia-se em fazer penar suas paixões
aos seus numerosos adoradores.
Por um sorriso, o jovem Kien Fu tinha cinzelado o ouro mais fino e trabalhado com paciência lindas peças de jade. A ingrata, após se adornar com todos os presentes do nobre apaixonado, riu-se dele e o desprezou.
Kien Fu, desesperado, acabou com a própria vida atirando-se ao Rio Vermelho.

O pintor Nguyen Ba conseguiu obter cores desconhecidas para pintar o retrato de sua amada.
Esta, porém, depois de ter exibido para a satisfação de sua vaidade a magnífica pintura, desprezou o artista que desapareceu para sempre no mistério das selvas.

Mai Da, apaixonado também, quis patentear seu amor à jovem volúvel, inventando um perfume delicioso somente digno dos Anjos.
A ingrata perfumou-se e mandou pôr na rua o seu adorador que, nada mais aspirando na vida, se envenenou.

Cung Le levou sua perseverança a incrustar nácar numa pulseira de ébano que não foi recebida pela ingrata.
O pobre endoideceu.

Mas o poderoso Deus das cinco flechas, Deus que a tudo via e tudo ordenava, julgou que era o momento de castigar tanta maldade, fazendo a jovem volúvel apaixonar-se pelo formoso Mun Cay.

Desde então, *Hoan Lan* sonhava no seu leito de nácar e sedas bordadas com seu adorado, cujo nome esvoaçava sobre seus lábios de carmin como uma borboleta sobre a rosa.
Ao despertar descia à piscina, banhava-se e adornava-se com suas jóias mais preciosas para ver passar seu querido Mun Cay, que nem se dignava a levantar os olhos para ela.

Nunca tinha considerado a formosa jovem, que nem todos são interessados pela fama de beleza que tinha
ardido à sua volta.

Os dias iam passando, e Mun Cay não saía de sua indiferença cruel. Um dia, *Hoan Lan* decidiu sair-lhe
ao encontro e declarar-lhe paixão. “Não me interessas, rapariga” disse ele.
Es como todas as outras, para mim não vales nada.
Se fosses como aquela que eu amo... Aquela sim que é uma Deusa".
tu, mísera *Hoan Lan*, com toda tua vaidade, não serves nem para atar-lhe as fitas das sandálias.
E, com um sorriso desdenhoso, afastou-se.

Em meio de seu desespero, *Hoan Lan* lembrou-se do Deus todo Poderoso que vivia na montanha de Tan-Vien. Talvez ele pudesse lhe valer; apesar da noite escura e chuvosa, a jovem dirigiu-se ao Monte Sagrado, onde residia sua última esperança.

A entrada do Templo subterrâneo era guardada por um terrível dragão.
Suplicou-lhe a concessão de entrada e, ao cabo de muitos pedidos, conseguiu penetrar num extenso corredor,
entre serpentes horríveis que lhe babujavam os pés nus.

Quando chegou junto ao Trono de Onix do poderoso Gênio, prostrou-se e implorou:
- Cura-me, que sofro horrorosamente. Amo Mun Cay que me despreza. -

“É justo o castigo" - respondeu o Genio - pois isso mesmo tens feito aos teus apaixonados.
Oh, Todo Poderoso, tem dó de mim. Concede-me o amor de meu querido Mun Cay.
Sabes bem que não posso viver sem ele.
Vai-te daqui - rugiu o Gênio - nada conseguirás.
0 castigo que pesa sobre ti, foi imposto pelo Kama que tudo sabe.
É justo que sofras. Sai do meu Templo.

À saída, *Hoan Lan* encontrou-se com uma bruxa de pés de cabra. “Formosa jovem” - disse-lhe a bruxa -
sei que és muito desgraçada. Queres vingar-se de Mun Cay? Vende-me a tua alma e juro-te que, embora
Mun Cay não te ame, nunca amará a outra mulher.  *Hoan Lan* voltou à sua casa, que lhe parecia um cárcere. Saía para os bosques a distrair sua pena, mas sempre em vão.
Um dia, vendo ao longe seu adorado Mun Cay, correu para ele e, quando se preparava para abraçá-lo, o jovem foi transformado numa árvore de ébano.
Neste momento apareceu a bruxa que, soltando uma gargalhada, lhe disse:
"Desta maneira o teu amado não pode ser nunca de outra mulher".
"Bruxa infame!" - exclamou chorando, a pobre *Hoan Lan* - o que fizeste a meu adorado?
“Devolva-o ou mata-me”. - "Contratos são contratos" - replicou a bruxa, rindo satanicamente.
"Cumpri o que prometi”. MunCay, embora nunca te ame, não amará a outra mulher. Prometi e cumpri.
“A tua alma me pertence”.
*Hoan Lan*, abraçada ao pé da árvore, clamava desesperadamente a seu tronco imóvel:
“Perdoa-me, Mun Cay”. Fala para mim uma só palavra de amor, de indulgência e compaixão.
Não vês como me arrasto aos seus pés, como te abraço, como sofro?
Mas a árvore nada respondia e a jovem ali ficou por muito tempo….

Uma manhã passou por ali um Gênio que se compadeceu da sua dor.
Acercando-se dela, pôs-lhe um dedo na testa e disse:
Mulher, procedeste muito mal. Foste volúvel até a crueldade e ingrata até a malvadez”.
Mas tua dor purificou a tua alma. Estás perdoada e vais deixar de sofrer.
Antes que a bruxa venha buscar a tua alma, vou transformar-te numa flor.
Ficarás sendo, no entanto, uma flor esquisita e requintada, que dê a impressão do que foi a tua vida maldosa. Quem vir as tuas pétalas facilmente adivinhará o que foi o teu espírito, caprichoso, volúvel, cruel, e a tua preocupação constante pela elegância.
Concedo-te um bem: “não te separarás do bem que adoras e viverás da sua seiva, parasita do teu amado”.
Assim falou o poderoso Gênio.
E, quando falava, a túnica rósea de *Hoan Lan* ia empalidecendo e tornando-se de uma delicada cor lilás.
Os olhos da jovem brilharam como pontos de ouro e as suas carnes tomaram a tonalidade do nácar.
Os seus formosos braços enrolaram-se na árvore na derradeira súplica.

E assim apareceu a primeira Orquídea do mundo que em seguida foi chamada “Luizinha”.

Recebi do amigo italiano Felice Valtortini.

Barra Velha, 16/09/2017



segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Experiências de minha vida como Política

 Fui a primeira mulher eleita Vereadora no Município, três legislaturas, dezesseis anos ( um período de 4 anos e dois de 6 , quando houve prorrogação de mandatos) . Fui também a primeira mulher a presidir o Legislativo, sem negociatas, pois pertencia à oposição, mas venci com muita luta. houve empate com colega da situação e venci por ser seis meses mais velha. Nunca participei de reuniões para aprovação de projetos, por sinal , fiquei como voto minerva por dois anos, período da Presidência. Meu voto era sempre voltado aos interesses dos Munícipes, analisava em detalhes antes de votar. Era oposição mesmo. Não dava chance para conchavos, minha formação de Professora, não me permitia. Mesmo assim contribui com projetos relevantes na área social e educacional do Município, ia à luta, na esfera estadual e federal. Guardo gratas recordações desse período em que abri caminhos para a mulher. No período Collor de Melo, era Vereadora licenciada, ocupando a chefia da Secretaria M de Educação , Cultura e Desportos. Nesse ano em curso, fui convidada para concorrer novamente, mas de tanto ouvir falar nessas falcatruas a nível federal e outras, não me animei. A vida política e os politicos, atualmente, estão em desgaste perante a opinião popular, pelas atitudes de grande maioria que não merecem o voto dos que acreditam num município, Estado e País melhor para todos. Não se contentam com os subsídios recebidos e entram nos jogos obscuros dos articuladores dos Governos. Leio e acompanho tudo e o que ouço, sinceramente, há muitos cargos e funções que deveriam ser extintas. Essa é a minha experiência na área política, a que atuei, essa que ouço, não me cativa e faz com que nos sentimos mal. Talvez, por ter sido a primeira mulher, filha de político, sangue brisolista e um companheiro que me apoiou nas campanhas ( o perdi em março de 2012), fez com que ninguém ousasse se aproximar para conchavos. Lembro que passei árduos e problemáticos momentos, tendo que articular estratégias, em votações, porque o que era bom, votava favorável. O Prefeito da época , apoiava meus projetos, porque os achava relevantes. Mesmo sendo oposição. Após esse mandato, fui correligionária dele, hoje Deputado Estadual. Guardo boas recordações da vida política, aprendizagem, experiências, participação ativa em tudo o que traria melhorias para o povo e realização pessoal como mulher na área politica.

                             luizameninmanfredi

domingo, 6 de agosto de 2017

Agradecendo a Deus e celebrando a vida, após um grande susto!



Agosto. Para mim, começou com um susto. Que tenha ficado neste, já superando. Foi   inesperado. Parada no acostamento, aguardando a Avenida aliviar o movimento, para tomar meu carro no outro lado estacionado. Feliz, com a agenda cumprida, saindo das canoas dos pescadores com peixes para o almoço. Nove e trinta da manhã de dois de agosto. Um carro deu uma marcha à  ré, atrás de mim, para estacionar, sem som algum. O motorista um rapaz, ao lado, sua mãe, ainda jóvem. Sem perceber nada, eu estava no chão. Questão de segundos, senti que a vida se ia. Deu um *O ai ...* em som abafado. Me vi arrodeada de pessoas dos que também buscavam peixes. Uma senhora, ( a do carro) me erguendo do chão, me levando para local de atendimento ( PA) Com o carro deles, que bateu em mim. Com consciência, a bolsa na mão, levamos o peixe para meu carro. Depois disso, formam 5 dias hoje, foi um pesadelo. Não sofri fraturas, não sei onde o carro me bateu - neste momento Deus e Anjos do além me protegeram- tive várias contusões principalmente nos joelhos, que hoje, dia três,  derramaram sangue pelas pernas e corri novamente para o PA à noite , sozinha, dirigindo. Duas horas de soro com medicação forte, a pressão alterou muito, ameaça de flebite na perna. Saí, ainda passei numa farmácia, tonta, retornei para casa pela Avenida Beira-mar, consegui chegar. Sozinha, no litoral, numa casa, vizinhos veranistas distantes, casas vazias, sem ninguém para socorrer,  filhos distantes a mais de quinhentos quilômetros. Foram dias que quero apagar da memória, mas está difícil. Nenhum dos meus três filhos em condições de sair de casa, mas eu os animei que não era necessário, não os quis assustar. Hoje, domingo, estou em Joinville, uma família querida de amigos, me buscou e estou bem protegida , me recuperando do susto e do trauma.
Nestes momentos que se dá valor a vida e tudo muda. Uma pessoa corajosa como sou, que já passou por vários traumas, estar aqui , escrevendo, consciência e memória tranquila, após um susto desses, a tontura, a angústia, as dores. Mas , Meu Deus, você existe e me protegeu. Naquele momento, eu estava agradecendo à Nossa Senhora Aparecida, aos meus Santos Protetores, a meu Deus, pela proteção que me deram, aqui no litoral, sozinha, reformando a casa, que com o tempo se deteriora, para receber melhor os filhos e netos, na casa que já é deles. Não tenho palavras para agradecer a proteção e a graça alcançada. Só dizer: Meu Deus, você existe, meus Anjos de Luz, que sempre cuidaram de mim. Sou fui uma pessoa de muita fé.
( Perdoem-me possíveis erros, não revisei o texto escrevi de dentro da alma e do coração , em momentos inspirados, nesta manhã d domingo.)


(lumah) (  codinome no Recanto das Letras)      luizamanfredi.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Angústia.


Palavra do dia: Angústia.

Angústia:
     - sentimento que chega sem pedir licença, que nos oprime e nos deixa num estado de nostalgia. Sempre tem um motivo para esse transtorno, até um pressentimento que surge em pessoas sensíveis. Nessa hora, é bom uma meditação, uma prece, um hobby para distrair. Até uma caminhada ao ar livre, para impedir que ela tome conta e faça mal ao corpo e a alma. Atualmente, as pessoas se angustiam com a situação: o desemprego, a falta de dinheiro, o atendimento à saúde, a violência. Esta, não dá trégua, porque junto surge o temor e a insegurança. Vivemos fechados e os bandidos soltos e armados . Se não controlada, a angústia causa doenças, até a hipertensão e consequências causadas pelo pânico e pelo medo.

Luiza M Manfredi

Grupo do Facebook:  Escrever sem mais nem menos.
Editado e publicado em 28/07/2017 - 15 horas. Resultado de imagem para Angustia

Ternura.





Ternura

T-Ternura, sentimento que é pura magia
E -Enche noss'alma de encantamento
R-Rega nosso coração de carinho e amor
N-Nada é mais sublime que o olhar de um neto
U-Une as pessoas , é a realização de uma vida
R-Raramente alguém não se comove ao receber
A-Amor, através de um olhar de uma criança....

(lumah)  


       Na imagem, minha neta Manoela e o netinho Vinicius, neste dia dedicado aos avós.  
Publicado no Recanto das Letras.
     (luizammanfredi)

Angústia.


Grupo do Facebook que faço  parte:

Palavra do dia: Angústia.

Angústia: sentimento que chega sem pedir licença, que nos oprime e nos deixa num estado de nostalgia. Sempre tem um motivo para esse transtorno, até um pressentimento que surge em pessoas sensíveis. Nessa hora, é bom  uma meditação, uma prece, um hobby para distrair. Até uma caminhada ao ar livre, para impedir que ela tome conta e faça mal ao corpo e a alma. Atualmente, as pessoas se angustiam com a situação: o desemprego, a falta de dinheiro, o atendimento à saúde, a violência. Esta, não dá trégua, porque junto surge o temor e a insegurança. Vivemos fechados e os bandidos soltos e  armados . Se não controlada, a angústia causa doenças, até a hipertensão e consequências causadas pelo pânico e pelo medo.

Luiza M Manfredi
Barra Velha (SC) aos 28/07/2017

sábado, 22 de julho de 2017

Reflexão sobre a vida.


De tudo ficaram três coisas...
A certeza de que estamos começando...
A certeza de que é preciso continuar...
A certeza de que podemos ser interrompidos
antes de terminar...
Façamos da interrupção um caminho novo...
Da queda, um passo de dança...
Do medo, uma escada...
Do sonho, uma ponte...

Da procura, um encontro!
Fernando Sabino.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Segundo Sarau Poético lll LUMAH


P Poetisa delicada
O O Seu verso é puro amor
E Enche o peito e faz morada
S Sua leveza ao compor
I Inspira e ajuda ao leitor
A A ver luz na caminhada

D Dedico a ela este acróstico
E Em homenagem singela

L Longe de ser agnóstico
U Ultimo a Deus que nos vela
M Mande ó Senhor proteção
A Aumente-lhe a inspiração
H Haja o que houver cuide dela

(Agradeço a Lumah, pelo convite. O meu abraço!)
(Stelo Queiroga)

    Acróstico recebido do Poeta Stelo Queiroga no Recanto das Letras.


quinta-feira, 6 de julho de 2017

Passageiros do tempo.


                               Estamos à mercê do tempo. Seguimos a viagem, sem nos determos muito no que passou, senão perdemos belos momentos no presente.
                               A vida é o que fazemos dela. Observar a paisagem, os pássaros e sua liberdade ao voar, o movimento das estações do ano, a troca do dia pela noite.
                              Curtir cada minuto, sentir que a caminhada realizada valeu a pena. Usufruir das experiências, para uma vivência tranquila e com mais sabedoria. Afinal, somos passageiros do trem da vida!
                                              luizammanfredi
                                             Barra Velha (SC)
                                             O7/O7/ 2017

quinta-feira, 8 de junho de 2017

Delícias maduras

Delícias maduras
Maturidade acalma. Traz sossego. Nos livra de melindres. Gente madura olha nos olhos. Não faz chantagem emocional nem sufoca com suas carências. Gente madura compreende, não cria caso, não age pra atingir nem faz uso de indiretas. Aliás ser maduro é ser direto, objetivo. É respeitar a opinião alheia pois quer que a sua também seja respeitada. É aprender com os erros, ao invés de paralisar com eles.
É ouvir mais do que fala e escutar com atenção, pois é assim que procede o aprendizado. Gente madura ri de si mesma pois sabe que o sorriso é a chave para muitas portas que a vida nos apresenta. Sabe que o bom humor é chique, que gente feliz brilha, sem precisar de Sol. E sabe também que alegria de verdade não se forja, se exercita com as próprias dificuldades da vida.
Gente madura sabe o que é ser feliz. Anda devagar, por que já teve pressa e percebeu que ela não é só inimiga da perfeição. Gente madura sabe que a pressa faz passar despercebido o que realmente nos ilumina o coração.

Erick Tozzo

Texto escrito em 08/O6/2015, reeditado hoje.

  Feliz por retornar à minha querência...ver minha mãe, meus familiares e amigos. Obrigada meu Deus, pela excelente viagem que fizemos, pelo filho maravilhoso que foi me buscar (de ônibus) para vir dirigindo, nove horas de viagem, coisa que eu não faço . Feliz por encontrar minha filha Kathia, minha neta Claudia Luiza, pelo filho Luiz Antonio, fazendo companhia para minha mãe e dando a ela todo o carinho. Feliz por rever a Nice, presente em minha casa. Feliz por ver minhas netas, Manoela, Isabela e Aysha me esperando. Hoje vou ver o pequenino Vinicius.
Realizada por ter ficado bem todos esses meses e ter concluído as tarefas que me propus, na praia.
Agora, é acompanhar minha mãe, convalescente , muito debilitada e curtir minha família, minha casa, meus amigos.
Obrigada meu Deus , por ter dado tudo certo, até meu retorno.

    ==========================================================

Minha mãe faleceu no Hospital da Cidade, em Passo Fundo ( RS),  no dia 27/06/2015,  véspera de meu aniversário,  para não mais esquecer essa  mãe labutadora, inteligente, persistente, uma memória invejável,  criou e  educou  dez  filhos.  Ficou hospitalizada 15 dias, sofreu por falta de ar, lúcida ate o final.  Foi um exemplo de vida. Faleceu aos 93 anos, perto de fazer 94, em meio seus filhos e dois filhos meus, ( a filho a mais velha e o filho mais novo, que acompanharam até o final). Faleceu na presença da filha mais nova e do meu filh0, que mantinha uma relação de carinho e amor com sua avó, sempre.


   Luiza
 Barra Velha, 08/06/2017.


domingo, 28 de maio de 2017

Domingo nostálgico...



Domingo nostálgico ...


Há dias o tempo está muito ruim aqui no litoral. Após a ressaca que destruiu uma das praias tranquilas, a mais próxima, não mais melhorou. Aquele ar nostálgico, situação de calamidade, caminhões carregando pedras da Avenida até a orla, para tentar proteger o que restou das residências e muros, o tempo continuou cinzento, chuvas e chuviscos, ventando, as pessoas não mais com aquela fisionomia alegre, descontraída, dos belos dias do verão. E não para por aí: na minha cidade natal, no Rio Grande do Sul, onde resido ( aqui passo um semestre por ano) deu um tornado ontem, destruindo um salão de festas, onde haveria hoje, domingo uma festa religiosa. Lá estavam duas netas minhas, ajudando a mãe na decoração do local. Muito medo, susto e várias pessoas feridas. Minha cidade hoje, sem telefonia móvel, sem internet, sem energia, postes caídos nas ruas e Avenidas, parte do telhado do Hospital ( único) também foi arrancado, ginásio de Esportes da maior Escola Municipal e outras residências. Fenômenos assim, já ocorreram no norte do Estado, onde resido. Na região da Capital do Estado, alagamentos com muitos flagelados, pela chuva intensa. Maio, mês de Maria, mês das noivas, mês do veranico... Ninguém, só Deus, para atacar essas intempéries, que surgem sem aviso, duram pouco, mas derrubam tudo o que vem pela frente. Além dos prejuízos materiais, fica o trauma nas pessoas , a cada ameaça de temporal que se anuncia. Agradecer a Deus, que não deixou vítimas fatais, conseguiram se proteger. Só a proteção dele, para dissolver esses fenômenos traumatizantes. A nostalgia invade nossa alma, perante a fragilidade do ser humano em situações como esta.


    (lumah)

 (luizammanfredi)

Editado e Publicado hoje, no Recanto das Letras.
Barra Velha (SC) aos 28/05/2017.
    

Necessitamos ....

" Necessitamos :"

Uma borracha,
Para apagar de nossa história
tudo que nos desagrada.
Um sabonete,
Para retirar as marcas das máscaras
que usamos no dia-a-dia.
Uma tesoura,
Para cortar tudo aquilo
que nos impede de crescer.
Um pássaro,
Que nos ensine a voar alto
e cantar com liberdade.
Um jarro,
Para conservar o carinho
e amadurecer o amor.
Um frasco transparente,
para conservar os sorrisos e sem tampa,
para escutar o alegre som.
Lentes, corretoras da visão da vida,
Que nos permitam enxergar,
com amor,
o próximo e a natureza.
Um esquilo,
Que nos mostre como galgar
os ramos da árvore da sabedoria.
Agulhas grandes,
Para tecer sonhos e ilusões.
Um cofre,
Para guardar as lembranças
construtivas e edificantes.
Um zíper,
Que permita abrir a mente quando
se deseja encontrar respostas,
outro para fechar nossa boca
quando for necessário,
e outro para abrir nosso coração.
Um relógio,
Para mostrar que é
sempre hora de amar.
Um rebobinador de filmes,
Para recordar os momentos
mais felizes de nossas vidas.
Sapatos da moral e da ética,
Para pisarmos com firmeza
e segurança por onde quer que formos.
Uma balança,
Para pesar tudo que
é vivido e experimentado.
Um espelho,...
Nós mesmos!!!
Para admirar uma das obras
mais perfeitas de Deus...

D. A. ...

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Devaneando


Mais um dia que passa
Na contagem do livro
da história de nossa vida
Que nele estejam escritos
fatos relevantes que fizemos
desde a nossa infância querida
na caminhada que realizamos
das marcas que registradas
ficaram gravadas na estrada
que foi semeada de lutas
Muito bom cumprir a missão
que para nós foi destinada
Sentir que foi cumprida
no trabalho e na família
Riqueza não compra a paz
Felicidade é ....
Estar de bem com a vida!!

(lumah)

Publicado no Recanto das Letras
em 18/05/2017

sexta-feira, 5 de maio de 2017

*o tempo passou e me formei em solidão*


🤔
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de paraquedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas – e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também. Pra que televisão? Pra que rua? Pra que droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, quase sempre antes das 22:00 h, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa... A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão.
Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, internet, e-mail, celular, Whatsapp ... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:

– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra que abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos de nata...
Que saudade de um compadre e de uma comadre!... 

Créditos: José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Cheguei aos mil textos publicados...

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            Cheguei! Nem acredito! Mil textos escritos. Muitos, a maioria, espontaneamente, sem revisão textual. Sem prender-me muito a técnicas literárias, trabalhos científicos, a uma literatura mais aprumada, como crônicas e artigos... Escrever, é um extravasar sentimentos e emoções, uma terapia para a alma, um exercício mental ocupacional que amo fazer desde criança. Gosto do Recanto, as pessoas que aqui escrevem, Poetas e Poetisas, alimentam nosso espírito. Aqui, passamos momentos de lazer, ganhamos cultura, conhecimento e humor. Aqui deixamos nossas emoções, aqui aprendemos... Basta dominar nossa língua e ter inspiração, as técnicas e estilos literários vamos dominando. Tudo é válido para ocuparmos nosso precioso tempo de maneira inteligente e aprazível. Feliz, por ter participado desse cantinho especial e ter encontrado tantos amigos.

                         (lumah)  -codinome no Site 
                      (luizammanfredi)
                      Editado e Publicado no Recanto das Letras.                       Barra Velha (SC), em 04/05/2017

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Vencendo medos...(Acróstico)


           V encer!  D ominar o temor do nada
           E xercício que requer muita fé
           N enhum momento pode ser esquecido
           C erteza de que ninguém pode interferir
           E nquanto não se consegue descobrir
           N évoas que encobre fatos passados
           D eixando traumas e trazendo  medo
           O riginário de angústias e sofrimento.
           
           M elhor é ir enfrentando os obstáculos
           E levar o pensamento ao criador e orar
           D estruindo as causas buscando na raíz
           O uvir a voz da razão e seguir em frente
           S entindo a alma leve porque venceu!!

                        Luiza M Manfredi
                        Publicado no Recanto das Letras
                        em março de 2017

segunda-feira, 27 de março de 2017

Uma página de minha história!

 


Folheando uma pastinha dos anos 90, encontrei essa "reliquia" escrita na época, datilografada nas antigas máquinas de escrever, a página já amarelada pelo tempo . Transcrevo aqui para registrar no face, nosso meio de comunicação diário e fácil.

SERTÃO, MINHA CIDADE.

Surgida das verdes matas
em seu marco os imigrantes,.
raízes aqui plantaram
trabalhando arduamente.
Alicerces aqui deixaram
origem de nossa gente.
Moradias humildes, sem conforto
Infelicidade não existia...
nada impedia sua caminhada.
Habituados às lutas do dia a dia
apostavam no sucesso da jornada.
Criaram seus filhos que formaram Sertão
Idealistas apostavam na vitória.
Deixaram sementes de exemplo e afeição.
Antepassados nossos guardados na memória
dádivas de amor, trabalho e tradição
Marcaram as páginas de nossa história!
Luiza P M Manfredi.

Sertão, out/96.